Página - FGM acompanha mobilização municipalista contra pautas-bomba passando pela CNM, Senado e Planalto.
FGM acompanha mobilização municipalista contra pautas-bomba passando pela CNM, Senado e Planalto.
Página FGM acompanha mobilização municipalista contra pautas-bomba passando pela CNM, Senado e Planalto.
- 25/02/2026 às 14:57
- - Atualizado há 2 meses atrás
Mais de 1,2 mil gestores participaram da mobilização municipalista articulada pela Confederação Nacional de Municípios contra a tramitação de propostas com forte impacto fiscal sobre as administrações locais. A agenda teve início na sede da entidade, onde a prefeita de Rio Quente, Ana Paula, vice-presidente e representante da Federação Goiana de Municípios, acompanhou as discussões técnicas e políticas; ao longo do dia, os debates seguiram com reuniões no Congresso Nacional e no Executivo federal para tratar dos riscos estimados em até R$ 270 bilhões para os cofres municipais.
Na sequência, as atividades avançaram para o Senado Federal, no auditório Petrônio Portela, onde o prefeito de Acreúna e vice-presidente da FGM, Claudiomar, representou a entidade em encontros com lideranças, incluindo tratativas com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. No período da tarde, ele também participou das agendas no Palácio do Planalto, onde a comitiva dialogou com a ministra Gleisi Hoffmann sobre os pleitos municipalistas e a necessidade de evitar a criação de novas despesas sem a correspondente fonte de financiamento.
Durante a mobilização, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, apresentou estudo que dimensiona os efeitos de projetos como mudanças no piso do magistério, tema que concentra cerca de um terço dos R$ 500 bilhões gastos com pessoal pelos Municípios, além de proposições sobre previdência, pisos salariais em diversas categorias, educação especial e criação de novas obrigações nas áreas de saúde e assistência social. Também foram destacados impactos de medidas já aprovadas, como alterações no Imposto de Renda e a reoneração gradual da contribuição previdenciária patronal, que elevam a pressão sobre os orçamentos locais.
Ao comentar a participação goiana, o presidente da FGM, Paulo Vitor Avelar, ressaltou que a presença institucional em todas as etapas reforça a defesa dos Municípios e a importância da articulação nacional, destacando que o movimento é fundamental para assegurar equilíbrio fiscal e garantir que novas políticas considerem a realidade financeira das prefeituras. A mobilização também discutiu alternativas para mitigar perdas, como propostas de reforço ao Fundo de Participação dos Municípios e medidas de ampliação de receitas, mantendo o diálogo com o governo federal e o Congresso em busca de soluções sustentáveis.
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