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Página - CNM prepara documento com demandas municipais para aprimorar decreto sobre saneamento básico

CNM prepara documento com demandas municipais para aprimorar decreto sobre saneamento básico

Página CNM prepara documento com demandas municipais para aprimorar decreto sobre saneamento básico

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) está elaborando um documento técnico-institucional com o objetivo de reunir e apresentar ao Ministério das Cidades as principais demandas dos Municípios relacionadas aos serviços de saneamento básico. A iniciativa parte da análise da minuta de revisão do Decreto 7.217/2010, que regulamenta a Lei 11.445/2007 (Lei de Saneamento Básico).

A proposta da CNM busca garantir maior segurança jurídica, promover a equidade entre os entes federativos e criar condições reais para que os Municípios alcancem as metas de universalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana. O trabalho da entidade também visa respeitar a autonomia municipal e reconhecer as diferentes capacidades de gestão local.

Durante a XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a CNM intensificará o diálogo com os gestores por meio de arenas temáticas sobre saneamento:
• 20/05/2025 (quarta-feira), às 16h15 – Arena Prazos e Novas Obrigações Municipais para a Universalização do Saneamento Básico
• 21/05/2025 (quinta-feira), às 9h – Arena Casos de Sucesso na Gestão Integrada de Resíduos Sólidos

Além da participação nas arenas, gestores interessados podem enviar sugestões diretamente para o e-mail: saneamento@cnm.org.br. As contribuições serão analisadas pela equipe técnica da CNM e poderão integrar o material que será oficialmente apresentado ao Ministério das Cidades.

Mesmo com o encerramento da consulta pública promovida pelo Ministério em abril, a CNM segue empenhada na defesa dos interesses dos Municípios. A Confederação destaca pontos críticos da minuta, como a divisão das metas de universalização entre áreas urbanas e rurais — o que, segundo a CNM, fere o princípio da universalização previsto na legislação — e a ausência de orientações claras sobre financiamento e apoio técnico, considerados essenciais para a execução das metas.

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