Página Inicial | Webmail | Acesso Restrito | Fale Conosco
Desenvolvido por: SIGEP - Sistema Integrado de Gestão Pública


Nossa FORÇA vem dos MUNICÍPIOS


Lixo Zero: como implementar a coleta seletiva no seu Município

Publicado em 13/jun/2018


Antes de começar a falar em resíduos sólidos, precisamos entender o que são. Você saberia explicar? Popularmente chamado de lixo, são aqueles gerados nas residências, no comércio ou em outras atividades desenvolvidas nas cidades e nas áreas rurais. Esses podem vir de resíduos domiciliares; de limpeza urbana; de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços; dos serviços públicos de saneamento básico; industriais; de serviços de saúde; da construção civil; agrossilvopastoris; de serviços de transportes; de mineração, dentre outros.

Quando o assunto é este, os Municípios têm algumas obrigações. Entre eles estão os resíduos domiciliares, de limpeza urbana, resíduos dos serviços públicos de saneamento básico, caso o Município não tenha delegado os serviços do saneamento para concessionárias, e os servidos da rede pública de saúde.

Explicado isso, como o gestor municipal pode implementar isso tudo no Município? Sabendo desta dúvida, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) disponibiliza passo a passo para auxiliar quem deseja colocar em prática a coleta seletiva.

– Elaborar Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos;
– encerrar e remediar lixões e aterros controlados;
– implantar coleta seletiva com inclusão sócio produtiva dos catadores de materiais recicláveis;
– fazer compostagem dos resíduos sólidos orgânicos;
– dispor apenas os rejeitos em aterros sanitários; e
– articular a logística reversa.

 

Destinação
O seu Município tem cooperativa ou associação de catadores de materiais recicláveis? Se a resposta for SIM, é preciso envolvê-los nessa ação, pois eles são responsáveis por parte do tratamento dos resíduos sólidos. Os catadores possuem centro de triagem de resíduos sólidos recicláveis? O Município tem local específico para tratar a parcela orgânica dos resíduos? Após tratamento das parcelas orgânica e reciclável, o que sobrar e não tiver mais possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada deve ser encaminhada para aterro sanitário.

Logística
É preciso saber como se dará a logística municipal para o recolhimento desses resíduos. A coleta será realizada pela prefeitura? Por empresa terceirizada ou por cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis? Haverá coleta com Ponto de Entrega Voluntária – PEV? Como será feita a organização da coleta em seu Município? Serão dias alternados para coleta dos secos e orgânicos? Ou seja, como se dará a organização da coleta dos resíduos em seu Município?

Após saber para onde os resíduos serão encaminhados e como serão tratados (equipamentos), definir como esses resíduos serão recolhidos no Município, estabelecendo rotas de caminhões, horários, tipos de resíduos que serão recolhidos (logística), aí sim passamos para a etapa final que é a de Educação Ambiental.

Educação Ambiental
Devem ser traçadas pela gestão municipal estratégias gerais, estratégias junto ao setor empresarial e estratégias direcionadas aos catadores. Definido para onde os resíduos irão, como irão ser tratados, como e por quem serão recolhidos, é hora de mostrar à população como se dará a coleta seletiva municipal.

Ou seja, o último passo a ser realizado no Município é a Educação Ambiental. Primeiro é preciso organizar a destinação, definir a logística de recolhimento dos resíduos sólidos e, por fim, ensinar aos munícipes e envolvê-los nas ações de Educação Ambiental para que a coleta seletiva municipal tenha êxito.

A CNM frisa que os desafios da gestão municipal de resíduos sólidos vão além da eliminação dos lixões e da disposição final de rejeitos em aterros sanitários. Os Municípios necessitam fazer a coleta seletiva e a compostagem de resíduos orgânicos, conforme determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010.

Para auxiliar nesses processos, a CNM produziu uma cartilha com o objetivo de auxiliar os gestores a entender quais são os primeiros passos para implementar a coleta seletiva.

O Brasil tem dimensão continental e diferentes realidades econômicas, sociais e ambientais, o que significa que cada Município deve considerar as peculiaridades locais e regionais desde o planejamento inicial da coleta seletiva.

 

Fonte: CNM

Hits: 116


Compartilhar




 
 
 





















A Federação Goiana de Municípios (FGM), antes Frente de Mobilização Municipalista (FMM) nasceu em 2001 por iniciativa de um grupo de prefeitos que com uma visão técnica, procuravam uma melhor forma de assessorar aos municípios do Estado de Goiás.

Leia Mais

Filie-se

Contatos


E-MAIL: [email protected]
TELEFONE: Geral (62) 3999-7450
Rua 102 – nº 186 – no Setor Sul Goiânia – Go

Fale Conosco


Copyright © 2017 - Todos os direitos reservados | FGM - Federação Goiana de Municípios